Alfaletrar é um projeto que foi concebido pela professora magda soares da universidade federal de minas gerais (ufmg) em 2006 e promoveu ações para alfabetiz. Segundo estudos e pesquisas de emilia ferreiro, os alunos silábicos compreendem que a escrita é a representação da fala e estabelecem relação entre grafemas e fonemas, percebendo os sons da sílaba. Períodos, nos quais formam várias suposições de como a escrita alfabética funciona. Passagem da hipótese silábica para a alfabética. A criança se aproxima de uma análise de fonema a fonema (picolli;
Elas podem usar uma letra para algumas sílabas e duas ou mais letras para outras. Esta fase é uma transição importante para a escrita alfabética. Aqui, as crianças começam a combinar sílabas com letras individuais e representam a maioria dos sons corretamente. No entanto, podem haver exceções. Por exemplo, eles podem escrever “caza” em vez de “casa”. Neste estágio, as crianças usam a escrita alfabética convencional. Como os alunos deste agrupamento escrevem de forma diferente a mesma palavra, eles podem ser desafiados a trocar conhecimentos de forma produtiva. A resposta é a letra c. O documento discute a perspectiva construtivista da escrita segundo as autoras emília ferreiro e ana teberosky. Elas propõem que a escrita não é um código a ser memorizado, mas sim um sistema de representação da fala que as crianças aprendem por níveis sucessivos: Com essas atividades, seus alunos ou filhos poderão praticar e aprimorar suas habilidades de reconhecimento de letras, formação de sílabas e leitura de palavras de forma divertida e formativa. Prévia do material em texto. (vunesp/2014) analise as escritas de clara e andré: É correto dizer que (a) clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que andré, pois apresenta uma escrita já fonetizada (silábica com valor sonoro convencional), enquanto andré. Ou seja, ele trabalha simultaneamente com duas hipóteses:
Com essas atividades, seus alunos ou filhos poderão praticar e aprimorar suas habilidades de reconhecimento de letras, formação de sílabas e leitura de palavras de forma divertida e formativa. Prévia do material em texto. (vunesp/2014) analise as escritas de clara e andré: É correto dizer que (a) clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que andré, pois apresenta uma escrita já fonetizada (silábica com valor sonoro convencional), enquanto andré. Ou seja, ele trabalha simultaneamente com duas hipóteses: A silábica e a alfabética. O educando estabelece relação entre fala e escrita, ora utilizando uma letra para cada sílaba, ora escrevendo a sílaba completa. Dificuldade será mais visível nas sílabas complexas. Embora ainda haja uma mistura entre o uso de uma letra por sílaba e tentativas de incluir mais letras, a criança percebe que uma única letra pode não ser suficiente para representar todos os sons. Depois passariam pela escrita silábica, em que há uma certa correspondência grafofônica, mas no nível da sílaba (uma letra representaria uma sílaba) enão um fonema. Depois passariam pela escrita alfabética, em que há uma certa correspondência grafofônica. c. Quais são os níveis da escrita segundo emília ferreiro? De acordo com emilia ferreiro e ana teberosky (1989), a criança passa por um processo de aquisição de escrita baseado em cinco níveis de hipóteses: Em relação à alfabetização e a teoria destacada por ferreiro e teberosky a alternativa a corresponde as características da fase silábica alfabética. Fases da alfabetização de acordo com ferreiro e teberosky. Conforme as autoras, a criança tem seu contato com a escrita desde o nascimento, porém, ainda pequena, ela não faz distinção entre a escrita e o. Em relação ao seu processo de construção da leitura e escrita, está na fase alfabética da escrita convencional. Apesar de ainda ter muitas questões ortográficas (questões essas, naturais desse início de fase), ele tem avançado significativamente. Ainda não se preocupa com a questão do espaçamento entre as palavras em um texto. A psicogênese da língua escrita é uma teoria que estuda o comportamento da criança durante o aprendizado da leitura e da escrita. Desenvolvida pelas pesquisadoras argentinas emília ferreiro e ana teberosky, a teoria propõe que, antes de as crianças compreenderem o sistema alfabético, elas constroem diversas hipóteses sobre a escrita.
O educando estabelece relação entre fala e escrita, ora utilizando uma letra para cada sílaba, ora escrevendo a sílaba completa. Dificuldade será mais visível nas sílabas complexas. Embora ainda haja uma mistura entre o uso de uma letra por sílaba e tentativas de incluir mais letras, a criança percebe que uma única letra pode não ser suficiente para representar todos os sons. Depois passariam pela escrita silábica, em que há uma certa correspondência grafofônica, mas no nível da sílaba (uma letra representaria uma sílaba) enão um fonema. Depois passariam pela escrita alfabética, em que há uma certa correspondência grafofônica. c. Quais são os níveis da escrita segundo emília ferreiro? De acordo com emilia ferreiro e ana teberosky (1989), a criança passa por um processo de aquisição de escrita baseado em cinco níveis de hipóteses: Em relação à alfabetização e a teoria destacada por ferreiro e teberosky a alternativa a corresponde as características da fase silábica alfabética. Fases da alfabetização de acordo com ferreiro e teberosky. Conforme as autoras, a criança tem seu contato com a escrita desde o nascimento, porém, ainda pequena, ela não faz distinção entre a escrita e o. Em relação ao seu processo de construção da leitura e escrita, está na fase alfabética da escrita convencional. Apesar de ainda ter muitas questões ortográficas (questões essas, naturais desse início de fase), ele tem avançado significativamente. Ainda não se preocupa com a questão do espaçamento entre as palavras em um texto. A psicogênese da língua escrita é uma teoria que estuda o comportamento da criança durante o aprendizado da leitura e da escrita. Desenvolvida pelas pesquisadoras argentinas emília ferreiro e ana teberosky, a teoria propõe que, antes de as crianças compreenderem o sistema alfabético, elas constroem diversas hipóteses sobre a escrita. É importante ter em mente que uma criança estar em nível alfabético não quer dizer que ela está alfabetizada, porque mesmo já tendo se apropriado do sistema de escrita alfabética. Pois para ser considerada alfabetizada a criança precisa ser capaz de ler e compreender o que está lendo, além de ser capaz de produzir pequenos textos. Durante o planejamento de uma sequência didática para trabalhar o sistema de escrita alfabética, doralice considerou a possibilidade de flexibilização curricular para atender a seguinte realidade: É nessa fase que a escrita já apresenta uma estrutura que faça mais sentido: Para cada parte falada (sílaba oral) a criança consegue atribuir uma letra escrita. A base alfabética da escrita se constrói a partir do conflito criado pela impossibilidade de ler silabicamente a escrita padrão (sobram letras) e de ler a escrita silábica (faltam letras). Neste nível, a criança, embora já alfabetizada, escreve ainda foneticamente (como se pronuncia), registrando os sons da fala, sem considerar as normas ortográficas da escrita. Já a fala parte da produção sonora silabada (silábica). A criança precisa passar por algumas etapas para trazer à consciência de que forma ela pode/deve representar a escrita. A criança que está na hipótese de escrita alfabética, por ter compreendido as regras do sistema alfabético,. Alternâncias grafofônicas, escritas silábicas justapostas, uso de letras como recheio gráfico, curinga e substitutas de uma sílaba. As sofisticadas soluções são usadas pelos que estão saindo da hipótese silábica com valor sonoro convencional e. A professora alfabetizadora utiliza o saber como uma forma de fortalecer os hábitos da criança e tornar a leitura algo comum, diário. O sujeito que utiliza a representação sequencial do texto está na: Hipótese silábica de escrita com valor sonoro.